Friday, 5 February 2021

The Cult ‎– Love (1985)

Style: Alternative Rock, Goth Rock, Hard Rock
Format: CD, Vinyl
Label: Beggars Banquet, Virgin, Sire

Tracklist:
01.   Nirvana
02.   The Big Neon Glitter
03.   Love
04.   Little Face
05.   Brother Wolf Sister Moon
06.   Rain
07.   The Phoenix
08.   The Hollow Man
09.   Revolution
10.   She Sells Sanctuary
11.   Judith
12.   Black Angel

Credits:
Guitars – William H Duffy
Vocals – Ian Astbury
Backing Vocals – Duffy, Stewart, The Soultanas
Bass, Keyboards, Strings – Jamie Stewart
Drums – Nigel Preston, Mark Brzezicki 
Composed By – William H Duffy, Ian Astbury
Producer, Engineer – Steve Brown

Despite the heady heights of success scaled by The Cult during the arena rock years from 1987 until their break-up in 1995, their second album Love is by far their best. Originally released in 1985, there simply isn’t a bad song on here, and evergreen rock anthems such as Rain and the iconic She Sells Sanctuary are probably their best known and best loved tracks.

Love could arguably be called a transitional album. The band’s first effort, 1984’s Dreamtime, was rooted in the emerging post-punk and goth-rock underground scene. Love represented a quantum leap forward, but their sound had yet to be distilled into the pure hard rock of 1987’s Electric. Ian Astbury’s soaring vocals remained much the same, but Love introduced some Led Zeppelin-sized ambition and sonic scope.

Big Neon Glitter and Hollow Man are typical of the album’s outright gothic moments, and the band’s core audience accepted The Cult’s new-found rockist tendencies with good grace – there was still plenty of reassuringly brooding atmosphere to keep them happy. Although the title track and the psychedelia-drenched Phoenix were a heavy hint at things to come, overall Love straddles the rock/goth divide with peerless skill.

Black Angel and the exquisite Brother Wolf, Sister Moon show the band to be equally adept at ballads. The sheer variety on display also highlights just how mature their writing was. After all, Astbury and Duffy had yet to hit 25 when Love was released. To the public at large, Love may be all about the big hit singles Rain and She Sells Sanctuary, but write off the rest at your peril.

Re-mastered from the original studio analogue tapes, this four-disc box set is a feast for fans. Aside from the original album, there’s a disc of remixes and non-album B sides, a disc of previously unreleased early demos and a disc recorded live in 1985 on the Love tour. Add a 48-page book with unseen contact sheets from the album photo session and a mass of other material assembled by Astbury and Duffy and you have the ultimate version of one of the greatest British rock records of the 80s.
Greg Moffitt  / BBC Review

Janita Salomé ‎– A Cantar Ao Sol (1983)

Genre: Rock, Folk, World, & Country
Format: CD, Vinyl
Label: EMI-Valentim De Carvalho, Música Lda.

Tracklist:
1.   Tardes De Casablanca
2.   Cantar Ao Sol
3.   Extravagante
4.   Pavão
5.   S. João
6.   Saias
7.   Não É Fácil O Amor
8.   Quando Chegar A Lua Cheia
9.   Na Palestina (Instrumental)

Credits:
Producer – João Gil

BIOGRAFIA

João Eduardo Salomé Vieira nasceu na vila do Redondo em 17 de Maio de 1947. O pai era ourives e um cantor excelente que sempre estimulou os filhos para a música. Janita , o mais novo de cinco irmãos, começou a cantar com 8 ou 9 anos e depois dos 16 anos integra alguns grupos de baile como o conjunto Planície e os Vagabundos do Ritmo.

Com 18 anos sai do Alentejo e vai para Lisboa trabalhar como funcionário judicial.

Com o Grupo de Cantadores do Redondo grava, em 1978, o disco "O Cante Da Terra".

Em 1980 torna-se músico profissional quando passa a acompanhar Zeca Afonso ao vivo. O seu primeiro álbum a solo, "Melro", com canções alentejanas e fados de Coimbra, foi editado em 1980.

Descobre a música da África árabe em 1981 durante uma estada em França.

Em 1983 foi editado o álbum "A Cantar Ao Sol" com produção de João Gil. Recebe o "Se7e de Ouro" e osJanita Salomé Prémios de Revelação das revistas "Música & Som" e "Nova Gente".

O disco "Lavrar Em Teu Peito", produzido novamente por João Gil, foi editado em 1985. Participou também no álbum "Galinhas do Mato" de José Afonso.

"Olho de Fogo" foi editado em 1987 pela Transmédia. A produção deste disco foi de José Mário Branco.

Estreou-se como actor, desempenhando o papel de Conde de Óbidos, na peça "Margarida do Monte" do grupo A Barraca. Janita musicou "Cante Cigano" e "Margarida No Convento" para esta adaptação de Hélder da Costa de um texto de Marcelino Mesquita. 

Em 1990, formou o projecto Lua Extravagante com os seus irmãos Vitorino e Carlos Salomé e com a cantora Filipa Pais. O disco homónimo foi editado em 1991.

O álbum "A Cantar à Lua", que implicou uma recolha de fados de Coimbra dos anos 20 e 30, foi editado também em 1991.

Janita Salomé regressou aos discos em 1994 com o álbum "Raiano" produzido por Fernando Júdice. Em 1995 recebeu o Prémio Blitz para melhor voz masculina nacional. 

Participou no disco "Voz & Guitarra" de 1997 com os temas "Os Homens do Largo" (com Pedro Jóia) e "Não é Fácil o Amor". Participa também no disco "Três Estórias à Lareira".

Janita Salomé e o seu irmão Vitorino realizam, em Fevereiro de 1998,  no Centro Cultural de Belém, dois concertos em homenagem a Zeca Afonso.

Durante a Expo 98 participou na rubrica "As Vozes" e foi o convidado de Sofia de Portugal no seu espectáculo "Afinidades".

Participou no disco "Canções Proibidas: o Cancioneiro do Niassa", com as canções de campo da guerra colonial, que contou com a participação de outros interpretes como Rui Veloso, Paulo de Carvalho e Carlos do Carmo, entre outros.

"Músicas de Sol e Lua", um projecto que inclui a participação de Sérgio Godinho, Vitorino, Filipa Pais, Janita Salomé e Rão Kyao que são acompanhados por vários instrumentistas, foi apresentado pela primeira vez a 11 de Julho de 1999, em Bona, no Festival da Lusofonia.

A NDrecords editou a banda sonora do espectáculo "Tempo", estreado no Casino Estoril em Julho 2000, com música de Pedro Osório e com a participação dos cantores Rita Guerra e Janita Salomé.

O disco do projecto Vozes do Sul, dirigido por Janita Salomé, com a intenção de celebrar o cante alentejano, foi editado em 2000. No disco participaram: Os Ceifeiros de Pias, As Camponesas de Castro Verde, Grupo da Casa do Povo de Serpa, Cantadores do Redondo, Filipa Pais, Bárbara Lagido e Catarina, Marta, Patrícia, Janita e Vitorino por parte da familia Salomé. O disco estava pronto desde 1998 mas só saiu em 2000 porque não foi fácil arranjar editora. A edição foi da Capella, uma etiqueta ligada aos estúdios Audiopro.

O disco "Vozes do Sul foi recompensado com a atribuição do Prémio José Afonso de 2000. Participa no disco "Canções de Embalar" organizado por Nuno Rodrigues (ex-Banda do Casaco).

O disco "Tão Pouco e Tanto", com cinco temas inéditos e seis regravações, foi editado em Maio de 2003. O disco contou com a participação de José Peixoto, Mário Delgado, Pedro Jóia e José Mário Branco. Dulce Pontes colabora no tema "Senhora do Almortão".

Em Março de 2004 apresenta o disco "Tão Pouco e Tanto" no Grande Auditório do CCB. Em Abril, trinta anos depois do 25 de Abril, é editado o álbum "Utopia", registo dos concertos de Vitorino e Janita Salomé, onde interpretaram canções de José Afonso.

Em 2007 é editado o disco "O Vinho dos Amantes".

801 ‎– 801 Live (1977)

Style: Rock & Roll, Classic Rock, Prog Rock, Ambient
Format: CD, Vinyl
Label: Polydor, EG Records, Island Records


Tracklist :
01.   Lagrima
02.   TNK (Tomorrow Never Knows)
03.   East Of Asteroid
04.   Rongwrong
05.   Sombre Reptiles
06.   Baby's On Fire
07.   Diamond Head
08.   Miss Shapiro
09.   You Really Got Me
10.   Third Uncle

Phil Manzanera - Guitar
Simon Phillips - Drums, Rhythm box
Lloyd Watson - Slide guitar, vocals
Bill MacCormick - Bass, Vocals
Eno - Vocals, Synthesiser, Guitar, Tapes
Francis Monkman - Fender Rhodes, Clavinet

801 provided Roxy Music guitarist Phil Manzanera with one of his most intriguing side projects. Although the band only played three gigs in August and September 1976, this album captures a night when everything fell right into place musically. That should only be expected with names like Eno and Simon Phillips in the lineup. (Still, the lesser-known players -- bassist Bill MacCormick, keyboardist Francis Monkman, and slide guitarist Lloyd Watson -- are in exemplary form, too.) The repertoire is boldly diverse, opening with "Lagrima," a crunchy solo guitar piece from Manzanera. Then the band undertakes a spacey but smoldering version of "Tomorrow Never Knows"; it's definitely among the cleverest of Beatles covers. Then it's on to crisp jazz-rock ("East of Asteroid"), atmospheric psych-pop ("Rongwrong"), and Eno's tape manipulation showcase, "Sombre Reptiles." And that's only the first five songs. The rest of the gig is no less audacious, with no less than three Eno songs -- including a frenetic "Baby's on Fire," "Third Uncle," and "Miss Shapiro"'s dense, syllable-packed verbal gymnastics. There's another unlikely cover of the Kinks' "You Really Got Me," while Manzanera turns in another typically gutsy instrumental performance on "Diamond Head." This album marks probably one of the last times that Eno rocked out in such an unself-consciously fun fashion, but that's not the only reason to buy it: 801 Live is a cohesive document of an unlikely crew who had fun and took chances. Listeners will never know what else they might have done if their schedules had been less crowded, but this album's a good reminder.
Ralph Heibutzki / AllMusic