Friday, 3 April 2020

Barry Adamson ‎– The King Of Nothing Hill (2002)

Style: Modern Classical, Future Jazz, Experimental
Format: CD, Vinyl
Label: Mute, Everlasting Records

Tracklist:
01.   Cinematic Soul
02.   Whispering Streets
03.   Black Amour
04.   When Darkness Calls
05.   The Second Stain
06.   Twisted Smile
07.   Le Matin Des Noire
08.   That Fool Was Me
09.   The Crime Scene
10.   Cold Comfort

Credits:
Tuba – Andy Grappy
Trombone – Mike Kearsey
Trumpet – Mike Lovatt
Clarinet, Saxophone – Pete Whyman
Clavinet, Hammond Organ, Piano – Nick Plytas
Drums, Bongos – Frank Byng
Guitars, Fender Rhodes – James Johnston
Producer, Arranged By, Vocals, Guitars, Electric Bass, Acoustic Bass, Fender Rhodes, Harpsichord, Glockenspiel, Programmed By, Engineer – Barry Adamson

Minimal Compact ‎– Lowlands Flight / MTM VOL. 10 (1987)

Style: New Wave, Experimental
Format: CD, Vinyl
Label: Crammed Discs

Tracklist:
1.   Clock Bird
2.   Ararat
3.   Scums & Halfwits
4.   Low Flight
5.   Fatapolis
6.   How Do You Regard Suicide?
7.   The Conference Of Snakes
8.   Waterfall
9.   Naked As You Came

Credits:
Composed By – Sakharof, Spigel, Franken, Fortis, Birnbach
Producer – Minimal Compact, Uri Barak
Written By – Birnbach, Fortis, Franken, Sakharof, Spigel

Burro Morto ‎– Baptista Virou Máquina (2011)

Genre: Funk / Soul
Format: FLAC
Label: Not On Label

Tracklist:
01.   O céu acima do porto
02.   Transistor riddim
03.   Tocandira
04.   Baptista, o maquinista
05.   Volks velho
06.   Foda do futuro
07.   Kalakuta
08.   Cataclisma
09.   Volte amor
10.   Luz vermelha

Ouvir um disco de música instrumental em um país como o Brasil é um feito que deve sempre ser aproveitado. Em terras tupiniquins onde os versos que retratam a malandragem do povo, suas desilusões amorosas e a malícia da conquista são sempre tão expressivos, atentar os ouvidos para um álbum desprovido desses mesmos versos, frases ou mínimos suspiros é algo sempre gratificante e novo. Sem soltar uma única palavra os paraibanos do Burro Morto nos entregam seu segundo trabalho de estúdio repleto de uma ginga controlada e instrumentação que ecoa os anos 70. 
Além da visível preferência pela construção melódica embalada por guitarras psicodélicas, as levadas de funk music que vão de James Brown à Tim Maia, somado a um pé muito bem cravado no Afrobeat de Fela Kuti, o grupo se afunda ainda mais nos toques de música eletrônica. Um quase Kraftwerk suingado, embora muito mais orgânico do que artificializado. O Jazz, o experimentalismo, a avant-garde e o regional, tudo em um amontoado referencial de camadas que a banda vai construindo no decorrer de Baptista Virou Máquina (2011). 
Não há como respirar. Há cada termino de canção lá vem um engate que te puxa com tudo para a faixa seguinte. Não há paz, não há enchimento de linguiça, existe apenas coesão e a pertinência das canções que vão se apoderando de seus ouvidos. Através de uma sempre bem conduzida linha de baixo através das mãos de Daniel Jesi, circundada por uma bateria ritualística aos comandos de Ruy Oliveira, o Burro Morto mostra que de morto mesmo só tem o nome, já que o resto é puro vigor.

Em Transistor Riddim o grupo parece beber da guitarrada paraense, porém sujando tal referência com camadas de distorção e um ritmo em looping que lentamente vai hipnotizando o ouvinte até a entrada de novas guitarras, agora fixas no rock psicodélico da década de 1970. E é dentro de faixas como essa que se percebe um maior favoritismo do grupo por gestar um álbum menos “dançante” do que o trabalho de estreia, o quase festivo Varadouro de 2009. 
Tal qual o título que dá nome ao álbum, as faixas vão lentamente se “mecanizando”. Desde a primeira canção que os acordes vão se aglutinando cada vez mais dentro de uma massa sonora única, até que uma instrumentação quase matemática tome conta das canções definitivamente a partir de Volks Velho, essa sim um puro referencial krafwerkiano. Embora o grupo tente se resgatar em KalaKuta por meio de uma arrasta-pé  hermético, já é tarde: não só Baptista, mas a banda como um todo termina por se transformar em máquina. Contudo não há erro nessa transformação, já que é aí que de fato a banda mostra seu potencial se jogando de vez no experimentalismo. 
O post-rock sujo se instala por completo e nem a quase orgânica Volte Amor consegue salvá-los da “maquinização” que havia tomado seus corpos e sonoridade. Toques minimalistas vão se apoderando das faixas e novas nuances aos gradativamente vão sendo captadas. A percussão discreta ao fundo, o baixo cada vez mais direto e as guitarras suavemente matemáticas vão ditando as regras das canções. Por fim a sonoridade regionalista de Luz Vermelha embalada por guitarras em tom raivoso fecham o álbum de maneira categórica mostrando um grupo de verdadeiros homens máquinas, embora no fundo, bem lá no fundo, ainda exista neles o sopro de um organismo vivo.
Cleber Facchi / Miojo Indie

Electronic System ‎– Tchip.Tchip (Vol. 3) (1974)

Style: Abstract, Experimental, Modern
Format: Vinyl
Label: Hansa International, Carinia Records

Tracklist:
A1.   Tchip Tchip
A2.   Hey Hey
A3.   Stay With Me
A4.   In The Woods
A5.   Spider
A6.   Funny Kouly
B1.   Lullaby
B2.   Skylab

Credits:
Producer, Written-By, Created By – Dan Lacksman

Ryley Walker ‎– Golden Sings That Have Been Sung (2016)

Genre: Folk, World, & Country
format: CD, Vinyl
Label: Dead Oceans, Hostess Entertainment Unlimited

Tracklist:
1.   The Halfwit In Me
2.   A Choir Apart
3.   Funny Thing She Said
4.   Sullen Mind
5.   I Will Ask You Twice
6.   The Roundabout
7.   The Great And Undecided
8.   Age Old Tale

Credits:
Viola – Whitney Johnson
Bass – Anton Hatwich
Design – Miles Johnson
Drums – Frank Rosaly, Quin Kirchner, Ryan Jewell
Electric Guitar – Brian Sulpizio
Keyboards, Piano, Autoharp – Ben Boye
Acoustic Guitar, Electric Guitar, Keyboards, Piano, Clarinet, Percussion, Lap Steel Guitar – LeRoy Bach
Acoustic Guitar, Vocals, Written-By – Ryley Walker
Producer, Arranged By – LeRoy Bach, Ryley Walker