Monday, 7 May 2018

José Prates ‎– Tam... Tam... Tam...! (1958)

Tracklist:
01.   Imbarabaô, macumba
02.   Imbaê-Sofá, macumba
03.   Nãnã Imborô, candomblé
04.   Fá Eû-Á, candomblé
05.   Onika, candomblé
06.   Ogum Olojô, macumba
07.   Maracatú Da D. Santa (J. Prates)
08.   De Luanda-Ô, batuque
09.   Maracatú Elegante (J. Prates)
10.   Nêga Zefinha, lamento (J. Prates)
11.   Tem Brabo No Samba (Cêna De Escola De Samba)

Style: Samba, Batucada, Afro-Cuban, MPB
Format: CDVinyl
Label: Trunk Records ‎– JBH055LP

Credits:
Arranged By – José Prates
Directed By – José Prates
Producer – Miécio Askanasy
Recorded By – José Prates
Remastered By – Jon Brooks
Vocals – Ivan de Paul
Prates expectations
Tam… Tam… Tam…!
RC might claim a tiny bit of influence on this one. In summer 2014 Gilles Peterson spoke to us about Tam… Tam… Tam…!: the original 1958 Brazilian pressing has been atop his wants list for years, but he urged someone to reissue it so he could at least have a version “to play with”.

Enter Jonny Trunk, ever happy to engage his detective skills and bring exotic obscurities to the world. Less than six months later, Tam… Tam… Tam…! was loose, selling over 60 copies in two hours in London’s Sounds Of The Universe – a remarkable achievement for an indie release of an obscure little Brazilian LP.

Only it’s not just a Brazilian LP. Sure, it blueprints the bossa craze of the coming decade and, in Nanã Imborô, reveals Jorge Ben’s source for ubiquitous Latin party piece Mas Que Nada; but it’s also a vibrantly multicultural work the reach of which becomes more apparent with every listen. José Prates was in the cast of Brasiliana, a rolling performance troupe that toured the world, led by Polish producer Miécio Askanasy, who pulled in influences and musicians from each new territory he hit. Prates recorded their repertoire, heavy on the Latin, but with a tribal, African underpinning, and, arguably, an almost avant-garde European approach to flouting cultural boundaries. It’s unabashed in its bombast: the sort of thing that could only come from an ensemble with global ambitions.

With the best will in the world, a lot of bossa music has a shelf life, but, happily, Tam… Tam… Tam…!’s expiry date has just been renewed. And it closes with a thumping samba, which alone has been worth the wait.

Reviewed by Jason Drape
  Bom, nem Gilles Peterson tinha o disco. “Tam…Tam… Tam…!” era uma peça exótica em 1958 e mais ainda agora. Gravado como parte de um show itinerante chamado “Brasiliana”, o álbum foi produzido por Miécio Askanasy e gravado pelos elementos do espectáculo. Polaco, Askanasy explica, com a melhor das intenções, a sua motivação. Tradicionalmente paternalista, esta abordagem em relação a culturas “exóticas” seria hoje provavelmente inaceitável, mas imaginamos que, na época, tenha suscitado genuína curiosidade. A este tipo de acções devemos, nós, pessoas normais que gostam de música, muitas descobertas. Ele escreveu: “De minha preocupação sociológica a respeito do negro, de sua vida, de sua arte, nasceu a ideia de organizar BRASILIANA, que não é apenas teatro: é uma obra social, em que se prova que a arte do negro pode e deve ser cuidada, para que, através dela, nós elevemos sua cultura e o tragamos para o nosso meio, efetivamente.” Em delírio, ouvimos a voz grossa de Ivan de Paula como um clássico crooner brasileiro, tom de Yma Sumac no masculino; ouvimos Martin Denny, ouvimos mestres cubanos, ouvimos santeria, costumes, samba, arranjos e direcção de José Prates, “jovem compositor pernambucano”. “Brasiliana” teve datas a começar em 1950 (Rio de Janeiro e São Paulo) e, em 1957, o espectáculo estava a ser apresentado em locais tão diversos como Israel (Tel Aviv, Jerusalém, Haifa, etc.) e Alemanha de Leste (berlim, Leipzig, Dresden). Este disco quase fugia. Garantimos exemplares para a família, que são vocês."
                                                                                                               Source: Flur

No comments:

Post a Comment